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Casa do Touro

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A Casa do Touro é um espaço museológico dedicado à história e cultura de Rio de Onor, destacando-se o comunitarismo que é uma das singularidades mais conhecidas desta povoação, aliás, a designação e instalação deste espaço acontece no edifício que originalmente albergava o touro da aldeia, também ele, em tempos distantes, comunitário.

O comunitarismo, a regência do Conselho, o touro do povo e as festas dos rapazes, são temas tratados neste espaço que recorrendo a novas tecnologias nos transporta para essas realidades de outrora. Este espaço permite que todos os visitantes da aldeia possam conhecer todos os pormenores que distinguem Rio de Onor e que a tornam um sítio mítico.

Dividida em dois pisos, a casa do touro apresenta a seguinte organização: no rés do chão, para além das fotografias do povoado no início dos anos 60, conta, na voz dos próprios habitantes, a história da aldeia. São também apresentadas algumas peças de cariz etnográfico, nomeadamente um traje de careto, a típica Filandorra e um par de máscaras, material que remonta ao princípio do século 20. Há também, à disposição do público, óculos de realidade imersiva a 360°, com os quais é possível visualizar o espaço como se encontrava quando cumpria as funções de curral, com o respetivo touro.

No andar superior, o espaço é dedicado aos aspetos mais distintivos da vida comunitária, com destaque para o funcionamento do Conselho do Povo e da Vara da Justiça. Mais uma vez são os habitantes da aldeia que assumem o protagonismo, através das histórias e memórias que partilham. São exibidas 2 talas dos anos 20 do século passado, a canada com a qual se servia o vinho aquando das reuniões do Conselho, e a corrente que fechou a fronteira no pós 25 de Abril. Acede-se igualmente neste piso ao Centro Documental de Rio de Onor, que colige e disponibiliza informação sobre a aldeia, muita da qual inédita. Integra o espólio fotográfico cedido pelo Arquiteto Sérgio Fernandez (fotografias a preto e branco e diapositivos a cores), atravessando um período de 30 anos (1962-1992), bem como o levantamento arquitetónico do povoado em 1962.

Fazem parte igualmente deste acervo os documentários realizados por Michel Giacometti. Existe igualmente uma mesa com um tablet, com o qual se acede, através de um programa de realidade aumentada, a animações que ilustram como funcionam o moinho, a forja e o “caravelho”, a típica fechadura de Rio de Onor.

Ambos os pisos permitem o acesso a pessoas com mobilidade reduzida.

Morada

Rio de Onor, Bragança

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